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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Estupro "Como superar o Trauma"

O silêncio pode piorar as consequências do trauma
Em entrevista, autor de livro recém-lançado sobre traumas afirma que eles podem despertar o indivíduo para novos comportamentos

O psicólogo Julio Peres, autor do livro "Trauma e Superação"Você já pensou em como uma experiência traumática pode mudar sua vida para melhor? O psicólogo Julio Peres já - e muito. Doutor em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP, ele lançou recentemente o livro “Trauma e Superação: o que a Psicologia, a Neurociência e a Espiritualidade ensinam” (Edit. Roca), em que fala sobre como podemos aprender com diferentes traumas. De violência urbana a desastres naturais, Julio Peres falou ao iG Delas sobre as diversas situações estressantes, religiosidade e superação.



iG: Quais são os principais tipos de traumas que as pessoas podem passar e como eles podem proporcionar uma melhora na vida pessoal?
Julio Peres: Em primeiro lugar é preciso saber que a maioria das pessoas já sofreu um sofrerá uma situação potencialmente traumática. Estas situações podem oscilar entre eventos mais conhecidos, como violência doméstica, acidentes, enfermidades, estupros, e assim por diante, mas também podem ser cumulativas, como pequenas situações estressoras, que envolvem respostas a um sofrimento ocorrido ao longo do tempo. Existem alguns fatores que colaboram para a incidência destes microtraumas, como centros urbanos, por exemplo, em que a ansiedade e a pressão são estimuladas, assim como a rivalidade – em detrimento da solidariedade –, e o núcleo familiar fragmentado. Tudo isso configura uma situação de solidão, desamparo, o que pode acarretar em uma situação de sofrimento. Então, são vários os fatores cumulativos que podem ir deixando ruídos num indivíduo, tal como aquele que a pessoa atravessa depois de um episódio traumático mais reconhecido. Mas este tipo de situação pode ajudar as pessoas a revisitarem seus valores, perspectivas e significados que elas dão à própria vida; a despeito do sofrimento, os eventos traumáticos são chacoalhadas que a vida dá e que despertam o indivíduo para novas reflexões e comportamentos, que colaboram, depois de algum tempo, para uma qualidade superior de vida. Depois que o processo de superação é concluído, a maioria dos meus pacientes costuma dizer que, se pudessem ter mudado alguma coisa do passado, não o fariam, porque o trauma vivido os ensinou muito.

iG: E como se dá este processo de superação?
Julio Peres: A pessoa aprenderá a falar sobre suas dores, sobre o seu evento traumático, para assim revisitar seus talentos, seus recursos e capacidades de enfrentamento, trazer à tona as memórias de autoeficácia, se expondo a situações num plano imaginário. Por exemplo, se ela sofreu um acidente automobilístico e não consegue chegar mais perto de um carro, aos poucos ela irá se imaginar dirigindo, para depois chegar perto de um carro, sentar no banco do passageiro, depois do motorista, e assim por diante de maneira gradativa. Assim o indivíduo irá colecionando novas memórias que superam as memórias traumáticas. É como se ele estivesse atualizando a percepção para poder promover a resiliência.

iG: Desde quando começou a ser reconhecido que um trauma como um acidente, um assalto ou até um estupro, por exemplo, poderia colaborar para o posterior crescimento pessoal?
Julio Peres: A partir de estudos que analisavam o comportamento de indivíduos que sofreram as mesmas situações traumáticas, como o terremoto da Cidade do México, em 1985, e o tsunami asiático, em 2004, que foram situações em que muita gente sofreu perda dos entes queridos, da casa, do trabalho, e assim por diante. Mas foi percebido que nem todas as pessoas respondiam ao trauma da mesma maneira e, ao contrário, algumas melhoravam de vida depois de algum tempo, então os especialistas começaram a prestar mais atenção à capacidade do indivíduo de atravessar momentos difíceis e dolorosos e voltar à qualidade satisfatória de vida, também conhecida como resiliência.

iG: Como dá para reconhecer um trauma e a necessidade de ajuda?
Julio Peres: Uma pessoa pode reconhecer que precisa de ajuda quando há limitação na vida familiar, profissional ou então afetiva. Um paciente pode dizer: “Poxa, eu não me dou bem com ninguém, faço críticas ácidas aos outros, tenho dificuldade em me relacionar, projeto uma agressividade com todo mundo”. Estas características muitas vezes ocorrem por experiências que o indivíduo viveu, como uma situação em que se sentiu uma pessoa menor, apequenada. Estas respostas mais emocionais, de raiva ou agressividade, surgem como dinâmicas de proteção, de sobrevivência, mas sem que ele consiga perceber a razão. Ocorre uma limitação em relação ao entorno. Até mesmo pessoas com depressão podem descobrir que, na verdade, está depressiva porque sofreu um trauma na infância, por exemplo. Portanto, se um trauma não for tratado, ele ficará migrando sem revisitar o evento que gerou aquela situação recorrente de tristeza, de desamparo.

iG: Qual é o primeiro passo para o início do processo de superação?
Julio Peres: Se a pessoa chega à psicoterapia, ela já tem uma motivação muito importante, que é o objetivo de melhorar. Mas é necessário um processo especializado que facilite essa melhora, porque a psicoterapia focada ao trauma segue alguns pré-requisitos muito importantes que não podem ser deixados de lado. Se um indivíduo simplesmente buscar uma terapia sem esse foco, ele pode reconsolidar as memórias do trauma. Se você começa a falar sobre um trauma específico, por exemplo, e começa a entrar em contato com o caos, com a ausência de significado, com o temor, a fragilidade, a impotência, você pode apenas potencializar sua dor se não houver uma elaboração deste conteúdo, porque não é só o falar sobre o evento, é o como falar sobre o evento. E aqueles que sofreram eventos traumáticos precisam, primeiramente, contar a história e criar um significado para o que aconteceu, mas num primeiro momento ele ainda expressa emoções e sensações de uma maneira intensa e fragmentada, e a narrativa fica dispersa, desestruturada. Então o primeiro passo é estabelecer esta estrutura e fortalecer a aliança do evento com aprendizado. E quando um indivíduo conta e reconta, o sofrimento vai atenuando e proporcionando uma melhor qualidade de vida, porque aquele episódio nos trouxe mais conhecimento e maturidade.

iG: Existem pessoas que possuem uma dificuldade maior para falar sobre um evento traumático. Como lidar com isso?
Julio Peres: É um ponto muito importante. No começo do processo, é natural que o indíviduo não queira falar, porque é quase como voltar ao horror experimentado. No entanto, paradoxalmente, o efeito do silêncio é muito pior, ele precisa falar. “ODivulgação
Capa do livro "Trauma e Superação", de Julio Peressilêncio envenena a alma”, disse uma vez o Prêmio Nobel da Paz, Elie Wiesel. No início, as pessoas têm dificuldade, mas vários estudos mostram que quem se mantém em silêncio permanece com os mesmos sintomas por décadas, como pesadelos pós-traumáticos, por exemplo. Não falar pode amplificar a dimensão do sofrimento. Agora, se as pessoas chegam à psicoterapia logo depois do trauma, a superação ocorre mais rapidamente. Se as pessoas demoram muito para procurar ajuda, o transtorno de estresse pós-traumático corre um risco três vezes maior de configurar outras comorbidades como depressão, fobias, transtorno do pânico.



iG: Quais são os principais fatores que contribuem para o crescimento pessoal após um trauma?
Julio Peres: Entre os fatores mais importantes vale a pena ressaltar a percepção de que você é capaz de superar. O trauma deixa você numa condição de fragilidade, de incapacidade, e quando você o supera, ganha uma confiança íntima em relação a novos enfrentamentos. Depois disso, trazer um significado mais amplo para a vida se torna necessário, para que você passe a ter um olhar mais aprofundado e mais tranquilo em relação ao significado de sua existência - o desenvolvimento de novos interesses e objetivos de vida. Tenho um paciente que estava traumatizado pela mãe ter sido diagnosticada com leucemia, mas então ele se engajou em campanhas para conseguir um maior número de doadores para pacientes com a mesma doença e este foi um dos principais aspectos da recuperação dela. Além destes fatores, o resgate da espiritualidade no dia a dia também é algo importante. Indivíduos mais religiosos acabam se referindo à religião como um recurso importante para a superação. Ter uma divindade protetora num evento doloroso ou traumático deixa um paciente mais fortalecido.

iG: Como se dá o papel da espiritualidade na superação?
Julio Peres: Estudos mostram que pessoas com uma religiosidade intrínseca, que estão acostumadas a orar, mesmo que eventualmente, são capazes de superar adversidades graves mais facilmente em comparação às pessoas que não possuem nenhum tipo de religião. Isso acontece porque, diante do trauma, ela vivencia o caos, mas a religiosidade traz uma estrutura cognitiva e alguma maneira de atribuir significados que facilitam a recuperação. Então ela pensa: “O que será que Deus quis me ensinar com essa situação?”. Está é uma fala muito frequente. Em comparação àquela pessoa que se sente perdida, que não encontra nenhum significado para um evento doloroso, há uma dimensão de sofrimento muito maior do que aquela que processa o evento buscando algum sentido. E a religiosidade, em geral, colabora para isso: ela pode fornecer ordem e compreensão sobre eventos dolorosos e imprevisíveis. A espiritualidade, em geral, pode oferecer justamente o poder para responder às situações de vulnerabilidade, desenvolvendo um significado maior ao trauma.

iG: O que você indicaria para pessoas que vivem efeitos pós-traumáticos?
Julio Peres: Além da psicoterapia, existem realmente alguns passos que podem ajudar as pessoas a superarem um trauma. Evitar a autovitimização é uma deles. O que você diz para você mesmo e para as outras pessoas pode tanto aliviar como exacerbar o sofrimento. Se você acreditar que o futuro trará conforto e será melhor, também é possível trazer o melhor para o presente. É preciso descobrir a importância de seguir adiante, de fortalecer novos objetivos, de engajar-se num novo projeto: desta forma o trauma vai perdendo força. Além disso, buscar o aprendizado que a experiência dolorosa pode trazer e, principalmente, falar da dor de forma adequada com pessoas que não interfiram o tempo todo no que você diz. Por fim, é essencial acreditar que vivenciar um trauma é um momento de travessia e que a vida pode ser melhor no futuro.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sou cristã, sou gay! E o pecado?

É facil acreditar nas coisas? Quando está muito sol e alguém te diz que vai chover, você acredita? Acho
que só pegamos o guarda-chuva se já tomamos chuva alguma vez.

A maioria das coisas na vida é assim: Só acreditamos no que vemos, sentimos e vivemos.

Há quase 10 anos atrás eu vi, senti e pude viver uma verdade diferente na minha vida: Eu me converti! Isso mesmo, aceitei que o Senhor Jesus era o único salvador da minha vida. Abri as portas do meu coração para que Ele entrasse. Foi incrível porque essa pequena atitude transformou a minha vida da melhor forma possivel.

Passei um pouco mais de 7 anos na igreja, entre ministérios de louvor, teatro, evangelizando, estudando a palavra de Deus… Eu realmente era apaixonada por Jesus, que entrou na minha vida e me transformou.

Em 2009 eu saí do estado do Espírito Santo, onde tinha me convertido, e vim para São Paulo estudar. Aqui eu não conseguia me sentir bem em nenhuma igreja, procurava a comunhão que tinha com os irmãos na igreja e com os amigos, mas não encontrava. Com o tempo, eu comecei a me conhecer melhor e conhecer outras pessoas, e percebi que havia algo em mim escondido que eu precisava conhecer… Eu me apaixonei pela primeira mulher.

Passou um tempo até que eu me aceitasse. Pensei que era uma fase, que era carência… Mas, não. Isso era uma verdade em mim!

O problema é que na medida que eu ia me aceitando eu também ia perdendo uma série de valores que tinha por influência familiar – e até mesmo religiosa: Passei a beber muito, virar noites em baladas e bares, falar palavrões, ficar com muitas mulheres na mesma noite… Pensava que, como não seria salva, podia fazer tudo e não mudaria meu final!



Mas aquele que eu tinha convidado para entrar no meu coração há 10 anos ainda estava dentro de mim e nunca me deixou abrir mão dos meus valores. Porque, assim como Ele quer que sejamos fieis com Ele, Ele também é fiel conosco e não nos deixa sozinho quando precisamos.


“Mas eu sou gay e não posso viver uma mentira! Então como continuar adorando a Deus sendo que Ele não me aceita?”

Foi me questionando disso que eu conheci e passei a estudar a bíblia de uma forma mais inclusiva, mais ou menos em Outubro/2011. Comecei a perceber que Deus nunca condenou os homossexuais, tampouco a homossexualidade… O que Ele não aceita é a promiscuidade (que existe entre gay e heteros, da mesma forma). Foi Ele que nos fez assim e Ele nunca deixaria de nos amar por isso.

No dia 1º de Janeiro desse ano eu voltei para a casa do Pai, pedi perdão por ter desacreditado no amor dEle por mim e hoje me sinto livre para adora-lo de todo o meu coração e com tudo que sou!




Sapamor, Deus te ama pelo que você é, te fez para ser exatamente assim e te deu vários lugares onde você pode ser livre para viver a sua verdade na presença dEle.

Nesse espaço novo vamos falar mais sobre isso, sobre a liberdade que temos para adorar a Deus sem reservas e sobre a vontade dEle na sua vida.

Como eu disse: Não é facil acreditar nas coisas. Não quero que você leve como verdade o que eu estou e vou escrever, mas te convido para ver, sentir e viver o melhor de Deus para a sua vida!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

ORAÇÕES PARA REFLETIR

                           

Deus é amor: portanto, viver junto com Deus significa viver distribuindo amor. quando os seres humanos do mundo inteiro se tornarem distribuidores de felicidade, surgirá o paraíso terrestre.
(Masaharo taniguchi)



                                  Para eliminar Males e Temores


                                      

Negue totalmente a existência do mal. Negue a idéia de que o mal possui força. Não fique de braços cruzados, pensando vagamente que “os males não existem”. Mentalize firmemente como segue:

O mal não possui força
porque não existe originariamente.
Não temo o que não existe.
Acredito na existência apenas do bem.
Diante do bem, o mal desaparece sozinho.
Estou com Deus, por isso, somem
todos os temores, rancores e complexos.
Nada mais tenho a temer.
Eu amo todas as pessoas,
inclusive fulano(a).
O amor não tem opositor.
Diante do amor não existe inimigo.
Todos se tornam amigos.

Muito obrigado. 

Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi



                                              

Súplica de um Enfermo !

Senhor, estou enfermo.

Não tenho muita resistência à dor,

Pois ela me impacienta, 

faz-me perder o equilíbrio, 

Fico fraco, tenso, medroso, 

Solitário e angustiado 

Oh! Senhor, 

Que soubeste sofrer em silêncio, 

Quando da entrega ao Pai, 

Dá-me força para aceitar e superar esta enfermidade ! 

Senhor das dores, alivia-me, conforta-me,

Não me deixes só.

Neste instante, quero sentir a tua mão a segurar a minha,

Trazendo paz e sossego a minha alma,

Sinto a respiração ofegante

A ansiedade invade meu ser.

Vem com teu divino hálito

E faz-me reviver e revivendo possa eu olhar

A tua face dizendo-me que estás em mim,

Curando-me, livrando-me de todos os males.

Faz-me repousar em ti para, que eu possa dormir

Com a certeza de que verei teu rosto 

ao amanhecer e que o amanhã certamente será de vitória 

Pois estarei pronto a seguir-te

no louvor e agradecimento da vida !


Que assim seja !! 
Graças a Deus 

(desconheço autor)

Aprenda a ter pensamentos positivos e melhore a sua vida

                           

Não é de hoje que ouvimos de diversos pensadores, profissionais, especialistas, médicos e até mesmo dos nossos familiares que ter pensamentos negativos constantemente pode afetar seriamente nossa auto-estima e modo de vida, consequentemente em diversos problemas afetivos, pessoais e profissionais ao decorrer dos anos.
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Sabe aquela frase “por que tudo dá sempre errado comigo” ou aqueles dias que as coisas parecem atrasar a sua vida?
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Pois bem, é comum passarmos por dias assim ou ter pensamentos assim em nossa trajetória, afinal, nem sempre vivemos apenas de risos e felicidades.
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Mas, muitas pessoas podem tomar estas atitudes como algo corriqueiro em suas vidas, fazendo da reclamação algo constante, tornando-se uma pessoa chata, desagradável e gerando cada vez mais situações de erros e chateações.
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Para entendermos melhor o por que temos estes pensamentos negativos e como controlar esta visão pessimista que pode nos prejudicar, conversamos com a psicóloga Milena Frankfurt.
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A seguir você irá conferir dicas de como driblar pensamentos negativos, afastando as coisas ruins da sua vida, limpando a mente para receber visões novas e construtivas a partir dos erros. Acompanhe:

                       

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Nós Mulheres – Por que temos pensamentos negativos?
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Psicóloga Milena Frankfurt - Existem vários motivos para os pensamentos negativos “brotarem” em nossa mente. Muitas vezes eles aparecem dependendo da fase de vida pela qual a pessoa esta passando.
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O desemprego, por exemplo, situação muito comum hoje em dia pode desencadear pensamentos negativos sobre a vida do individuo e sobre sua auto-estima também. Pensamentos como “não sou capaz de fazer nada”, “nunca conseguirei um emprego” podem ser comuns na mente de quem está passando por esta situação.
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O pensamento negativo esta vinculado também com a motivação que cada um tem para buscar melhores alternativas para sua qualidade de vida.
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É muito comum os pensamentos negativos surgirem em um momento de estagnação da vida, ou seja, quando nos encontramos estacionados em um mesmo lugar durante um longo período de tempo.
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Outro fator que também pode ser um facilitador de pensamentos negativos é a nossa tolerância às frustrações. Decepções com as pessoas, com o trabalho e outros fatores da vida acontecem, mas cada tem o seu jeito de lidar com isso.
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Algumas pessoas tem baixa tolerância as estas frustrações e quando se sentem decepcionadas tendem generalizar os pensamentos negativos achando que “tudo está ruim” .

                       

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Nós Mulheres – Quais são as consequências que podemos ter se persistimos em uma visão negativista?
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Psicóloga Milena Frankfurt - A consequência de sempre pensar negativo acaba influenciando a qualidade de vida da pessoa, tanto no campo emocional como em outros aspectos de sua vida, como o profissional e pessoal.
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Além de prejudicar a saúde psíquica, traz prejuízos na relação intra-pessoal (como a pessoa se vê, seu relacionamento consigo mesmo) e interpessoal ( relação com as pessoas ao seu redor) .
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Muitas vezes a pessoa que sempre pensa negativo é considerada uma má companhia, ou uma pessoa ruim o que pode intensificar ainda mais os pensamentos negativos acerca dela mesma, criando, por exemplo, pensamentos como “sou uma pessoa ruim mesmo, não mereço ter amigos” . Como se vê, a pessoa se encontra em um ciclo vicioso de pensamentos negativos sobre ela e sobre sua vida.

                               

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Nós Mulheres – Quais os motivos que devemos ter em mente para pensar positivo?
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Psicóloga Milena Frankfurt - Cada um tem os seus motivos específicos para buscar um modo de pensar positivo, ou pelo menos não tão negativo a ponto de lhe causar sofrimento.
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A própria palavra “motivo” já denuncia o que a pessoa precisa fazer para pensar positivo : achar uma motivação, algo que lhe dê prazer para assim fortalecer sua auto-estima.

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Nós Mulheres – Quais atitudes devemos tomar para pensarmos de forma positivo?
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Psicóloga Milena Frankfurt - Um passo importante para pensarmos positivo é lidar com os pensamentos negativos que estão influenciando a nossa vida.

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Um auto-questionamento acerca destes pensamentos pode ajudar a elaborar um melhor entendimento sobre eles próprios.
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Perguntas como “o que está acontecendo comigo/ na minha vida para eu ter tantos pensamentos negativos?” podem ajudar na busca de soluções para a diminuição destes pensamentos, e consequentemente na substituição destes pensamentos por pensamentos mais positivos, ou pelo menos não tão negativos.
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Outra ação importante e que também está relacionada este primeiro passo é a busca de soluções para os pensamentos negativos, ou seja, tentar se mobilizar para resolver estas questões que causam sofrimento.

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Acho importante fazer atividades que deem prazer, não só pela atividade em si, mas as consequências que elas trazem para a vida e para auto-estima de cada um. Quando sentimos prazer ao fazer algo nossa autoestima acaba sendo influenciada de maneira positiva e consequentemente temos pensamentos como “sou bom nisso”, “isto me dá muito prazer”, “me sinto feliz”.
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Pessoas que ficam muito presas ao passado, principalmente quando o passado não lhes traz boas lembranças, tendem a generalizar o que vai acontecer no presente e no futuro.
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Pensamentos como “já que aconteceu antes, com certeza desta vez vai acontecer também”, ou “nunca mais vou arranjar um namorado” são comuns e as pessoas acabam predestinando seu presente e seu futuro com estes pensamentos.
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Nós Mulheres – Pensar negativo demais é sinal de problemas emocionais?
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Psicóloga Milena Frankfurt - Depende. Pensar negativo em algum momento da vida é normal, todos já passamos por isso. Porém o quanto estes pensamentos influenciam suas ações e lhe causam sofrimento é que precisam ser observados de forma mais cuidadosa.
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É importante procurar ajuda quando os pensamentos estão impedindo a pessoa de exercer atividades cotidianas, como trabalhar por exemplo.
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Nós Mulheres – Quando devemos recorrer a um psicólogo?
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Psicóloga Milena Frankfurt - A ajuda psicológica é recomendada quando os pensamentos negativos começam a causar prejuízos psíquicos, físicos e sociais na vida da pessoa.
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Quando temos pensamentos negativos permeando nossa mente a maior parte do tempo, está na hora de procurar um auxilio psicológico para lidar com estas questões.
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Os pensamentos podem ser tão intensos que podem acabar em crises de ansiedade, por exemplo, apresentando sintomas como taquicardia, sudorese, falta de ar, e uma angustia muito grande de motivo muitas vezes inexplicável.
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Ou seja, é uma questão que vai além do mental e passa a ter consequências na esfera corporal também. Os dois transtornos mais comuns que podem estar relacionados com os pensamentos negativos são a Síndrome do Pânico e a Depressão.

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Fonte: Psicóloga Milena Frankfurt – CRP: 06/98249.
Por: Jornalismo Nós Mulheres.

45 lições que a vida ensina:


45 lições que a vida ensina:


1. A vida não é justa, mas é bela;
2. Quando estiver em dúvida, escute o coração, ele sempre diz a verdade;
3. A vida é muito curta para perdermos tempo magoados com alguém;
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer, Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta e te perdoa;
9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário;
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão;
11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente;
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar;
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles;
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele;
15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca;
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente;
17. Se desfaça de tudo que não é útil e encostado;
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte;
19. Nunca é tarde demais para buscar a felicidade, Mas ésta depende só de você e mais ninguém;
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.
21. Não guarde algo especial para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Tudo que começar termine, nunca deixe nada pela metade;
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para não ter mais tempo para surpreender;
24. O seu órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
26. A mentira é a inimiga da perfeição;
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos, sua felicidade é mais importante...
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo, Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão a sério, descontrair relaxa...
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama incondicionalmente e você?
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Leia, ler enobrece a alma;
39. Ajude. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em monte e víssemos os dos outros, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente

sábado, 6 de outubro de 2012

Longe de toda negatividade

                                   
                                        Amor sem preconceito , enfrenta qualquer barreira !.




Existe um mundo que só quer te ver sorrir :-)



                                              
                                           PAZ , AMOR ,UNIÃO,RESPEITO ! A chave de tudo .





Eu só quero PAZ&AMOR !

Amor Sem Preconceito




Amar é...


Amar é ter o céu e querer apenas uma estrela

Amar é ter o oceano e querer apenas uma gota

Amar é ter o universo e querer apenas uma pessoa

Você!!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dicas que ajudam a manter a cabeça erguida

                       

Sempre tem aquele dia em que nos olhamos no espelho e nos achamos feios. Ou quando, justo naquele encontro em que você queria estar maravilhosa, seu cabelo não parece querer colaborar. Um dia ou outro não tem problema, se sentir assim é normal. Mas quando isso se torna rotineiro e você tem mais dias ruins do que bons, isso pode ser síndrome da baixa autoestima.

Um exemplo vivo disso é a jornalista Gisela Rao. Não que ela tivesse baixa autoestima, mas sempre se reunia com as amigas para desabafar. “Há 10 anos eu morava em um prédio onde tinha muitas amigas. Montamos esse grupo para nos apoiar e nos ouvir uma vez por semana. Durou 2 anos. Foi ótimo”, conta. A ideia era trocar confidencias e não deixar a bola cair. As dicas ficaram entre elas e foram engavetadas.

Ninguém está livre de sentir isso, mas existem alguns mantras que ajudam na consolidação da confiança. “Quando a gente tem baixa autoestima é viciada em ser infeliz e ainda enche o saco dos outros com síndrome de vítima”, afirma a jornalista.

Foi com esse pensamento que ela criou o Vigilantes da Autoestima (vigilantesdaautoestima.blogosfera.uol.com.br). O blog contém diversas situações cotidianas que mostram que sempre dá pra dar um jeitinho no baixo astral.

Todos os anos Gisela começa uma nova maratona de bem-estar e registra seus passos no blog. “Já são mais de 800 dias. Só que sempre recomeço. Acabei de lançar o livro Não Comi, Não Rezei, mas Me Amei (Editora Matrix) sobre o primeiro ano dessa experiência. É fantástico, porque me ajuda a olhar para mim e para minhas sabotagens e ajuda milhares de mulheres que me seguem.”

Gisela Rao deixa cinco dicas que ajudam a manter a cabeça erguida:

- Repita todo dia: hoje eu não vou me depreciar;

- Troque sua lista de infelicidades por uma de felicidades. A vida muda na hora;

- Deixe de agir como o “Hardy”, aquela raposinha chatérrima do desenho animado ( “ó vida, ó céus”);

- Mexa o corpo. Quem gosta de estagnação é o mosquito da dengue;

- Lembre-se que autoestima é o” tupperware” onde você guarda as qualidades que se atribuiu durante a vida e que isso não muda. Se você perdeu o namorado ou o emprego, elas continuam lá, então não existe autoestima baixa, a não ser que você não tenha nenhuma qualidade, o que é impossível.

Sempre tem aquele dia em que nos olhamos no espelho e nos achamos feios. Ou quando, justo naquele encontro em que você queria estar maravilhosa, seu cabelo não parece querer colaborar. Um dia ou outro não tem problema, se sentir assim é normal. Mas quando isso se torna rotineiro e você tem mais dias ruins do que bons, isso pode ser síndrome da baixa autoestima. 

Um exemplo vivo disso é a jornalista Gisela Rao. Não que ela tivesse baixa autoestima, mas sempre se reunia com as amigas para desabafar. “Há 10 anos eu morava em um prédio onde tinha muitas amigas. Montamos esse grupo para nos apoiar e nos ouvir uma vez por semana. Durou 2 anos. Foi ótimo”, conta. A ideia era trocar confidencias e não deixar a bola cair. As dicas ficaram entre elas e foram engavetadas.

Ninguém está livre de sentir isso, mas existem alguns mantras que ajudam na consolidação da confiança. “Quando a gente tem baixa autoestima é viciada em ser infeliz e ainda enche o saco dos outros com síndrome de vítima”, afirma a jornalista.

Foi com esse pensamento que ela criou o Vigilantes da Autoestima (vigilantesdaautoestima.blogosfera.uol.com.br). O blog contém diversas situações cotidianas que mostram que sempre dá pra dar um jeitinho no baixo astral.

Todos os anos Gisela começa uma nova maratona de bem-estar e registra seus passos no blog. “Já são mais de 800 dias. Só que sempre recomeço. Acabei de lançar o livro Não Comi, Não Rezei, mas Me Amei (Editora Matrix) sobre o primeiro ano dessa experiência. É fantástico, porque me ajuda a olhar para mim e para minhas sabotagens e ajuda milhares de mulheres que me seguem.”

Gisela Rao deixa cinco dicas que ajudam a manter a cabeça erguida:

- Repita todo dia: hoje eu não vou me depreciar;

- Troque sua lista de infelicidades por uma de felicidades. A vida muda na hora;

- Deixe de agir como o “Hardy”, aquela raposinha chatérrima do desenho animado ( “ó vida, ó céus”);

- Mexa o corpo. Quem gosta de estagnação é o mosquito da dengue;

- Lembre-se que autoestima é o” tupperware” onde você guarda as qualidades que se atribuiu durante a vida e que isso não muda. Se você perdeu o namorado ou o emprego, elas continuam lá, então não existe autoestima baixa, a não ser que você não tenha nenhuma qualidade, o que é impossível.
Sempre tem aquele dia em que nos olhamos no espelho e nos achamos feios. Ou quando, justo naquele encontro em que você queria estar maravilhosa, seu cabelo não parece querer colaborar. Um dia ou outro não tem problema, se sentir assim é normal. Mas quando isso se torna rotineiro e você tem mais dias ruins do que bons, isso pode ser síndrome da baixa autoestima.

Um exemplo vivo disso é a jornalista Gisela Rao. Não que ela tivesse baixa autoestima, mas sempre se reunia com as amigas para desabafar. “Há 10 anos eu morava em um prédio onde tinha muitas amigas. Montamos esse grupo para nos apoiar e nos ouvir uma vez por semana. Durou 2 anos. Foi ótimo”, conta. A ideia era trocar confidencias e não deixar a bola cair. As dicas ficaram entre elas e foram engavetadas.

Ninguém está livre de sentir isso, mas existem alguns mantras que ajudam na consolidação da confiança. “Quando a gente tem baixa autoestima é viciada em ser infeliz e ainda enche o saco dos outros com síndrome de vítima”, afirma a jornalista.

Foi com esse pensamento que ela criou o Vigilantes da Autoestima (vigilantesdaautoestima.blogosfera.uol.com.br). O blog contém diversas situações cotidianas que mostram que sempre dá pra dar um jeitinho no baixo astral.

Todos os anos Gisela começa uma nova maratona de bem-estar e registra seus passos no blog. “Já são mais de 800 dias. Só que sempre recomeço. Acabei de lançar o livro Não Comi, Não Rezei, mas Me Amei (Editora Matrix) sobre o primeiro ano dessa experiência. É fantástico, porque me ajuda a olhar para mim e para minhas sabotagens e ajuda milhares de mulheres que me seguem.”

Gisela Rao deixa cinco dicas que ajudam a manter a cabeça erguida:

- Repita todo dia: hoje eu não vou me depreciar;

- Troque sua lista de infelicidades por uma de felicidades. A vida muda na hora;

- Deixe de agir como o “Hardy”, aquela raposinha chatérrima do desenho animado ( “ó vida, ó céus”);

- Mexa o corpo. Quem gosta de estagnação é o mosquito da dengue;

- Lembre-se que autoestima é o” tupperware” onde você guarda as qualidades que se atribuiu durante a vida e que isso não muda. Se você perdeu o namorado ou o emprego, elas continuam lá, então não existe autoestima baixa, a não ser que você não tenha nenhuma qualidade, o que é impossível.

Dicas importantes para levantar sua autoestima

                                    


Falta de tempo e disposição para se arrumar? Nada disso! Pequenas atitudes (não precisa comprar roupa nova nem ir ao salão!) dão um up no seu visual e, aposte, vão fazer com que você se sinta melhor consigo mesma. Coloque em prática já!
1. Experimente uma cor nova de batom

Dê preferência para um tom vibrante, como pink, vermelho ou vinho. É uma forma de se transformar num piscar de olhos.
2. Passe hidratante corporal

Já imaginou vestir uma blusa que fica pinicando o dia todo? Incomoda. A mesma coisa acontece quando a pele está ressecada. Espante a preguiça e passe hidratante todos os dias. Além de deixar um toque gostoso, é uma maneira de valorizar as curvas do seu corpo.
3. Use máscara para cílios ou batom para sair de casa

Um dos dois é obrigatório. Com o tempo, você vai querer completar o make com corretivo, blush, sombra…
4. Deixe o cabelo solto

Viver de rabo de cavalo ou coque malfeito tem uma vantagem: basta soltar os fios que todos reparam. Em guerra com o frizz? Carregue o leave-in na bolsa.
5. Não se esqueça de passar perfume Borrife aquela fragrância especial no dia a dia e não apenas num evento importante. O perfume cria uma marca registrada e você se sente mais confiante. 

sábado, 22 de setembro de 2012

Auto-estima - Livros

                                                   
                                               LIVRO - Auto-Estima - Dr. Lair Ribeiro
                                                 Aprendendo a Gostar Mais de Você

                                                                Editora: Objetiva
                                                           Ano: 1994 - 8ª edição
                                                          Número de páginas: 111
                                                          Acabamento: Brochura
                                                               Formato: 14 x 21




DESCRIÇÃO

LIVRO - Auto-Estima Liberdade e Responsabilidade - Nathaniel Bra

LIVRO - Auto-Estima Liberdade e Responsabilidade - Nathaniel Branden Sinopse Só teremos total poder sobre nossa vida, só conseguiremos conquistar nossa liberdade e conseqüentemente mudar a sociedade em que atuamos, quando nos tornarmos responsáveis por nós mesmos.Nesta obra, o Dr. Branden mostra como a auto-responsabilidade é uma fonte de alegria e de poder pessoal. É um ato de inteligência e integridade.Não abra mão de viver com paixão e responsabilidade. Nota Não consta no presente exemplar, riscos à caneta, marcações a lápis ou folhas rasgadas. Dados Técnicos ISBN: 8502021346 Ano: 1997 Número de Páginas: 256 Formato: 14 x 21 Editora: Saraiva 


                                               

CARA A CARA com alguém muito especial - Livro inspirador para sua auto-estima

Este livro é dedicado à pessoa mais importante de sua vida – VOCÊ – este ser humano especial, cheio de recursos e riquezas internas que podem ser explorados e utilizados em prol do seu crescimento e da melhoria do mundo à sua volta. É uma verdadeira expedição pelas profundezas do seu ser, em busca da sua excelência pessoal e profissional. Contém lições e histórias que vão inspirá-lo a acreditar mais em si mesmo, a sonhar com mais clareza e confiança e a desenvolver dentro de si padrões positivos de pensamentos, que irão conduzi-lo ao sucesso e à felicidade. Cara a Cara com alguém muito especial é um livro carinhosamente preparado para ser seu companheiro no dia-a-dia, incentivando-o à autovalorização e a acreditar que seus pensamentos, palavras e emoções comandam a sua vida, para melhor ou para pior. A escolha é só sua, porque só você constrói o seu futuro!






DESCRIÇÃO

LIVRO - 52 Maneiras de Firmar sua Auto-Estima e Auto-Confiança - Catherine E.Rollins

LIVRO - 52 Maneiras de Firmar sua Auto-Estima e Auto-Confiança - Catherine E.Rollins Nota A presente obra encontra-se em bom estado de conservação, contém, apenas, algumas manchas amareladas causadas pelo tempo. Dados Técnicos ISBN: 8501045845 Ano: 1996 Número de Páginas: 141 Formato: 14 x 21 Editora: Record

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Auto-ajuda

                                           
                                         
                                   

Auto-ajuda